Apple pode lançar a sua própria versão dos Google Glass

A tecnológica adquiriu várias empresas de realidade aumentada nos últimos anos e patenteou agora aquele que pode ser o primeiro esboço da sua abordagem aos óculos de AR da Google.

Tim Cook já manifestou por várias vezes a sua prelação pela realidade aumentada em detrimento da virtual. O CEO acredita que a tecnologia será muito mais popular no futuro e os últimos equipamentos da Apple são a materialização dessa mesma ideia. No entanto, o norte-americano não parece querer ficar-se por aqui.

Um dos últimos protótipos patenteados pela empresa mostra que existem trabalhos a decorrer para tornar realidade uma ideia futurista que a Google (ainda) não conseguiu transformar em sucesso. Falamos dos Google Glass, claro está.

Realidade aumentada da Apple pode medir objetos reais e dar asas à imaginação
Realidade aumentada da Apple pode medir objetos reais e dar asas à imaginação
Ver artigo

O documento, publicado hoje pelo departamento de patentes dos EUA, desvenda um par de óculos com software de AR que permite a sobreposição de elementos digitais ao mundo real, tal como já existe nos smartphones e tablets. A utilidade da ideia, no entanto, reside no facto deste ecrã ter a exata amplitude do nosso campo de visão e de se fixar imediatamente à frente dos nossos olhos.

As possíveis funcionalidades poderiam reproduzir algumas das aplicações do segmento que já existem para equipamentos móveis – ao colocarmos um sinalizador em cima de um edifício, o software poderia surgir com informações adicionais acerca do mesmo ou, se olhássemos para um amigo, apareceriam cartões digitais com informações relativas às suas últimas publicações nas redes sociais.

Uma destas ideias é sugerida numa das imagens anexadas:

tek apple glass

Apesar de promissoras, as ideias estão dependentes do avanço tecnológico que ainda não é suficiente para concretizar uns óculos como estes. A Google tentou pela via mais minimalista, mas o resultado final ficava muito aquém do esperado – recorde-se que os óculos da tecnológica de Mountain View ganharam uma nova vida recentemente ao serem adaptados ao sector industrial.

O portal Pattently Apple foi o primeiro a cruzar-se com esta patente na internet e aponta que as ideias foram desenvolvidas pela Metaio, uma startup de realidade aumentada adquirida pela Apple em 2015.

A sua cara revela os seus GOSTOS???

A Blippar é uma startup que trabalha com tecnologias de realidade aumentada e quer desenvolver uma app móvel que identifica objetos do mundo real. Agora a empresa quer dar um passo em frente e utilizar a cara dos utilizadores para revelar os seus gostos.

Blippar

A aplicação Blippar é muito simples de utilizar. Basta abrir a app, apontar para um objeto e rapidamente começam a surgir diversos círculos com hipóteses do que poderá ser o objeto analisado. Quando consegue perceber o que é, a app mostra um círculo maior e destacado que passa a ser um separador com a informação referente ao que acabou de analisar.

Mas entretanto, a empresa teve uma ideia mais elaborada para a tecnologia de realidade aumentada presente na aplicação. A ideia é transformar a cara dos utilizadores numa espécie de “quadro digital”, onde vão surgir diversas informações sobre o utilizador que está a ser “blippado” (analisado através da app).

Dentro da Blippar surge agora uma opção extra para que o utilizador possa fotografar a sua cara (uma selfie). Esta fotografia será armazenada nos servidores da empresa e, a partir deste ponto, pode escolher o que quer que apareça em cada um dos círculos em redor da sua cara sempre que for analisado por um amigo. Depois de tudo configurado, qualquer pessoa com a aplicação que aponte o smartphone para a sua cara vai poder ver qual é a sua música favorita, o último tweet que publicou, um vídeo do YouTube que queria partilhar, entre outras opções.O conceito pode parecer um pouco invasivo, mas a tecnologia utilizada é bastante rápida e precisa. Ambarish Mitra, diretor executivo da Blippar, contou ao The Verge que vê a nova funcionalidade como “uma forma única das pessoas se poderem expressar”.

O diretor da Blippar adiantou ainda que esta funcionalidade pode até ser aplicada fora da app, por exemplo em sistemas de autenticação ou em aplicações de eventos ou de conferências em grupo.

A nova funcionalidade foi lançada a nível mundial esta quarta-feira, apesar de a empresa já a ter disponibilizado há cerca de um ano para algumas celebridades no Reino Unido. A Blippar está disponível para Android e iOS.

Fonte:http://tek.sapo.pt/mobile/apps/artigos/deixe-que-a-sua-cara-mostre-aquilo-que-mais-gosta

Volvo acredita que a realidade aumentada dos Hololens pode ajudar a vender mais carros.

Os óculos de realidade aumentada da Microsoft podem ter muitos propósitos e a fabricante sueca de automóveis pensa que ajudarão os consumidores a perceber melhor os seus veículos: como são feitos, como funcionam e em que situações mostram-se especialmente vantajosos.

Volvo_Hololens

A Volvo é definitivamente uma marca de automóveis virada para a tecnologia. Além de estar a preparar uma frota de carros inteligentes que vão ‘invadir’ Gotemburgo, além de ter carros trasnformáveis e além usar a realidade virtualpara promover os seus veículos, agora a empresa sueca quer apostar na realidade aumentada.

O parceiro escolhido é a Microsoft e os seus óculos Hololens. Na prática a Volvo acredita que o dispositivo pode ajudar a vender mais carros, pois dá ao consumidor uma visão única sobre o veículo e sobre as suas funcionalidades. Mais: permite que o utilizador personalize o carro consoante os seus gostos e necessidades.

Veja o Video em: http://tek.sapo.pt/multimedia/artigos/volvo-acredita-que-a-realidade-aumentada-dos-hololens-pode-ajudar-a-vender-mais-carros

 

Mas não é só no retalho que os óculos podem fazer a diferença. A Volvo e a Microsoft acreditam que os Hololens também podem ajudar durante o processo de fabrico dos veículos.

Ao mesmo tempo que um funcionário vai montando determinadas partes do carro, pode ir vendo informações digitais sobre o seu próprio processo de montagem ou de outras informações relacionadas com a fábrica.

A Microsoft tem-se esforçado para mostrar as potencialidades do Hololens em vários cenários: na última conferência mostrou um jogo imersivo, o Project Ray; e também tem uma parceria com a NASA para que os investigadores possam perceber melhor a superfície de Marte.

Os Microsoft Hololens ficam disponíveis no primeiro trimestre do próximo anopara programadores. O preço dos óculos é de 3.000 euros.

Fonte: http://tek.sapo.pt/multimedia/artigos/volvo-acredita-que-a-realidade-aumentada-dos-hololens-pode-ajudar-a-vender-mais-carros

Uma aplicação de realidade aumentada quer convencer as pessoas a sair de casa e ir ao Museu das Comunicações ver peças de arqueologia industrial a funcionar

Os museus inovam com novas tecnologias para cativar visitantes exemplo bem real é o Museu das Comunicações.

O Herrmann – com um buraco no centro, e dois longos tubos a sair dos lados – é um dos objectos mais estranhos em exposição no Museu das Comunicações, em Lisboa.

Desde Maio, porém, basta apontar a câmara do smartphone a este objecto peculiar para resolver o mistério: imagens aparecem em frente ao Herrmann no pequeno ecrã e vê-se um homem a gritar para a caixa com os tubos nos ouvidos. Está e falar com alguém que está longe. Afinal, a caixa é um dos primeiros modelos de telefones fixos, inventado pelo português Maximiliano Herrmann em 1880.

A viagem no tempo através do telemóvel faz-se graças a uma nova aplicação de realidade aumentada, uma tecnologia em que imagens digitais se sobrepõem a imagens do mundo físico (e que tem sido usada em muitos museus). É a mais recente táctica do museu para “dar vida” ao passado: basta apontar o tablet ou smartphone a algumas peças para os visitantes desbloquearem informação extra.

“Queríamos passar do museu do ‘ah’ para o museu do ‘ahhh’”,

A experiência começou o mês passado com o lançamento de uma aplicação grátis para Android e iOS que permite aceder a 20 experiências de realidade aumentada ao longo da exposição permanente Vencer a Distância: Cinco séculos de comunicações em Portugal.

Uma das vantagens parece ser colocar “peças de arqueologia industrial” – como descreve Salema – a funcionar novamente. É o caso da primeira máquina de separação automática do correio em Portugal, que chegou do Japão em 1975. Há anos que o aparelho – com cerca de três metros de largura, muitas rodas e engrenagens – está imóvel, mas agora os visitantes podem vê-la a trabalhar, ainda que no ecrã telemóvel.

“Antes, era impossível. Esta máquina já não tem manutenção possível, mas o vídeo faz uma ponte com o passado” explica Salema. “É uma das únicas formas de chegar aos mais novos. Permite-nos trazer elementos de fora que não é possível mostrar no museu.” No futuro, o plano passa também por levar as experiências de realidade aumentada para fora, aos monumentos que fazem parte das visitas ao bairro organizadas pelo museu.

Mais informações em: http://www.fpc.pt/pt/  Visite.

Catxy: a aplicação de Realidade Aumentada “apanha-me se puderes”

Criada por uma equipa de jovens portugueses, a app apresenta-se como o “Pokemon Go da vida real” e junta a informação de localização com a câmara para o ajudar a localizar os seus amigos.

Resultado de imagem para catxy

Os cenários de utilização da aplicação são muitos, até porque sabemos que hoje os telemóveis são o principal recurso usado para “localizar” amigos e família. As mensagens para identificar a posição específica de um amigo num concerto, na praia ou mesmo num café são habituais e a Catxy quer substituir este processo por uma app de realidade aumentada, onde é possível simplesmente apontar o telemóvel e identificar quem está no local.

“A rede social Catxy combina geolocalização de utilizadores com tecnologia de realidade aumentada. O dispositivo transmite a localização e com a câmara de realidade aumentada consegue visualizar onde estão pessoas e momentos à sua volta”, explicou ao Tek Fábio Rodrigues, CEO e co-fundador da Catxy.

Segundo os criadores da app, o raio de ação vai até 5 km, e para além de identificar os amigos pode também ver os “momentos” que foram ali registados, quase ao jeito de um feed do Facebook com eventos localizados.

A aplicação está disponível de forma gratuita para iOS e Android e já tem um modelo de comunicação definido, com a ajuda da atriz Kelly Bailey, que aos 18 anos conta com mais de 200 mil seguidores online.

Realidade Aumentada com Hololens da Microsoft

No passado dia 28 de Abril decorreu em Lisboa um evento vocacionado para apresentação da Realidade Aumentada na sede da Microsoft Portugal.

Um evento que contou com workshop´s “Realidade Aumentada a revolucionar o setor imobiliário” & “B2B Realidade Aumentada a potenciar os seus negócios” da parte da tarde um debate “Como é que a Realidade Aumentada mudou o mundo?” com Mark Sage e Francisco Jerónimo, um dia diferente para conhecer aquilo que muitos consideram ser “o clique zero” e que segundo o estudo da IDC vai gerar entre 2017 e 2021, cerca de €21 Biliões apenas em Hardware e cerca de € 74 Biliões na Europa com Software e Serviços.

Uma Realidade bem presente que caminha a passos largos para ser o Futuro, tive a oportunidade de experimentar os óculos Hololens da Microsoft com a tecnologia que considero BRUTAL.

Deixo aqui um Video de demonstração do que os óculos podem fazer.

O futuro do Facebook é com Realidade Aumentada

A  conferência F8 trouxe novidades para o Messenger e para a Realidade Aumentada.

 

messenger-video-call-still_770x433_acf_cropped

A realidade aumentada e o Messenger foram o grande destaque no primeiro dos dois dias da conferência F8, que teve início na passada terça-feira em São José, Califórnia. O Facebook centra cada vez mais a experiência dos utilizadores na imagem, mais concretamente nas câmaras dos smartphones (e nas dos dispositivos que vierem a existir no futuro), aponta baterias para os negócios e para a Inteligência Artificial (IA).

O Messenger já ganhou o seu lugar no público como uma grande plataforma de comunicação – é atualmente utilizada por 1.2 mil milhões de pessoas – e o Facebook quer vincar ainda mais essa posição.

Uma das estratégias passa por anular a concorrência, entenda-se, o Snapchat. Para isso, foram apresentadas novas ferramentas que vão permitir aos programadores de todo o mundo desenvolver aplicações de Realidade Aumentada (imagens artificiais que se sobrepõem ao mundo real). Depois, os bots (programas autónomos), que já existiam na aplicação para automatizar algumas tarefas, mas o principal objetivo agora é facilitar ainda mais a comunicação entre as empresas e os clientes.

“Achamos que o Messenger é uma espécie de nova sala de estar virtual, onde as pessoas podem relaxar, partilhar, conversar, jogar ou comprar coisas, mas com a possibilidade de se manterem em contacto com todos independentemente do sítio onde estão”, lê-se no comunicado da rede social. Depois da introdução das stories foram apresentadas novas funcionalidades mais focadas na comunicação:

Fonte: http://observador.pt/2017/04/19/f8-facebook/